quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O CAMINHO PARA A PROSPERIDADE E A VIDA ESPIRITUAL


O apelo ao oculto.
Não são poucos, em nosso país, os artistas, atletas, governantes e empresários que já praticaram ou praticam algum tipo de ocultismo, seja espiritismo, satanismo ou macumbaria. No caso dos artistas, muitos o fazem por frivolidade ou modismo, tentando com isso, talvez, atrair a atenção do público sobre si. Sabe-se, por exemplo, que certos cantores de axé e congêneres são filhos, pais ou mães-de-santo; há roqueiros famosos que são freqüentadores de cultos esotéricos e atores de televisão adeptos de seitas excêntricas.
Também os políticos, desejosos de alcançar vitórias nas eleições, apelam para esse recurso. Em seu livro “Deuses da Umbanda”, Neuza Itioka, que há mais de quinze anos atua no ministério de libertação e cura interior, conta que o Brasil já teve um presidente que dirigia um terreiro. Hoje, o governo tem ministros médiuns e senadores devotos de entidades. Além disso, no campo esportivo, muitos atletas fazem despachos para ganharem campeonatos e competições, conseguirem melhores classificações e até superarem recordes.
Infelizmente, a situação não é diferente no meio empresarial. Na tentativa de obterem maiores lucros, sucesso nos negócios e prosperidade material, homens e mulheres de todos os ramos pagam verdadeiras bagatelas pelos trabalhos. Iludidos, cumprem todas as exigências dos orixás, na vã esperança de que estes vão realizar suas aspirações de ascensão econômica e social.
De fato, a vida econômica da nação não vai nada bem desde há muito tempo; este é um fator que deve ser levado em consideração, pois trata da sobrevivência de todos os brasileiros. A preocupação com o sustento da família certamente é um dos motivos que leva os homens e as mulheres de negócios a buscarem solução para problemas financeiros no sobrenatural. Entretanto, se uma pessoa soubesse os riscos iminentes para sua vida espiritual, ela jamais lançaria mão de artifícios tão escusos!

Os riscos iminentes!
Geralmente os empresários se voltam para o oculto, para o espiritismo e a macumbaria na tentativa de melhorar seus ganhos ou para se recuperar de alguma derrocada nas finanças. Ignoram que são vítimas de gente que, conforme escreveu o apóstolo Paulo, “com astúcia enganam fraudulosamente” (Efésios 4:14b) e dão ouvidos “a espíritos enganadores, e a ensinos de demônios” (1 Timóteo 4:2). Por isso, ele disse: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição” (1 Timóteo 6:9). Na verdade, tudo não passa de uma grande armadilha!
Riqueza adquirida à custa de feitiçaria só pode trazer mais problemas a quem o fizer, e entre eles estão a opressão e a possessão demoníacas. Entende-se por opressão toda forma de abatimento de forças, prostração, vexame e humilhação que os demônios impõem sobre as pessoas que os invocam nos terreiros, centros, encruzilhadas ou cachoeiras! São conhecidos muitos casos de gente que experimentou tais sintomas após realizar ritos de ocultismo.
Possessão, conforme descrição dada pelo Rev. Caio Fábio em seu livro “Principados e Potestades”, é “um fenômeno que se verifica universalmente, apesar de que certos povos, pela sua cultura mais voltada para as manifestações espirituais, sofram maior incidência de casos visíveis”. A possessão pode acontecer de forma deliberada quando médiuns ou pajés invocam os demônios, e também subitamente, sobre aqueles que assistem ou praticam a macumbaria e ritos afins.
Podem ser apontados como características de opressão ou possessão os seguintes sintomas: mania de perseguição, desejo sexual desenfreado, medo irracional, ódio por familiares, cefaléias - principalmente durante a exposição da Palavra de Deus e, por fim, falta de ânimo para viver.

Advertências bíblicas!
A Bíblia Sagrada é rica em admoestações sobre o envolvimento com práticas espiritualistas. Conforme a Lei de Deus, essas práticas são consideradas por Ele como contaminação: “Não comereis coisa alguma com sangue; não agourareis, nem adivinhareis. Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para não serdes contaminados por eles” (Levítico 19:26, 31).
Deus também as considera abominação: “Não se achará entre ti nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (Dt 18:10-12).
O próprio Deus faz uma pergunta irônica sobre a consulta dos mortos: “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultará os mortos?” (Isaías 8:19). Aquilo que os supostos espíritos revelam é ainda considerado consolação vazia: “Porque os ídolos do lar falam coisas vãs, e os adivinhos vêem mentiras, contam sonhos enganadores, e oferecem consolações vazias” (Zacarias 10:2).
Lucas, o evangelista, refere-se à magia como ilusória: “Ora, havia certo homem, chamado Simão, que ali praticava a mágica, iludindo o povo de Samaria, insinuando ser ele grande vulto” (Atos 8:9). E ele também a considera lucrativa: “Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores” (Atos 16:16).
No último livro da Bíblia está escrito: “Fora [do Reino de Deus] ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Apocalipse 22:15). Diante de tantas evidências, percebe-se que Deus não se agrada de tais práticas e as proíbe, por saber que nenhum benefício real elas trazem ao ser humano.

A verdadeira prosperidade.
Deus revela em sua Palavra seu desejo de que os seres humanos vivam felizes e sejam prósperos; ao povo de Israel, Ele disse: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jeremias 29:11). Deus prospera quem observa sua Palavra - sem os dissabores do lucro obtido na desobediência: “A bênção do Senhor enriquece, e, com ela, ele não traz desgosto” (Provérbios 10:22). A obediência aos princípios da Palavra de Deus é caminho para a prosperidade!
A Josué, sucessor do grande líder Moisés, o Senhor falou: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele de dia e de noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido” (Josué 1:8). O livro de Salmos descreve o homem que obedece a Deus: “Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto fizer será bem sucedido” (Salmo 1:3). O mesmo Salmo revela, em contrapartida, que a felicidade do desobediente é passageira, efêmera: “Os ímpios são como a palha que o vento dispersa” (1:4).
Explicando aos seus discípulos que Deus preocupa-se com o sustento de seus filhos e filhas, Jesus aconselhou: “Não andeis ansiosos de coisa alguma” (Mateus 6:25). E o apóstolo Pedro escreveu a seus leitores: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:6, 7).
Deus tem cuidado dos que são seus, isto é, dos que nEle confiam. Os que crêem em Deus não vivem angustiados e podem declarar como o salmista: “Deito-me e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta” (Salmo 3:5). Enquanto os falsos deuses da Umbanda e os espíritos malignos exigem sacrifícios dos que para eles apelam, o Senhor Deus “trabalha para aqueles que nele esperam” (Isaías 64:4).

Considerações finais.
Certamente ainda há aqueles que pensam estar fazendo algo bom quando procuram apoio no ocultismo e invocam espíritos. É comum o ditado: “Todos os caminhos levam a Deus” - na verdade, um grande equívoco! Existem caminhos agradáveis e floridos, que desembocam em profundos e terríveis abismos. Pessoas ficam fascinadas com as propostas vantajosas do diabo e não se dão conta do alto preço que ele cobra em suas transações.
A Bíblia ensina que “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Provérbios 14:12) e só há um caminho que conduz à felicidade - é Jesus Cristo, quem disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).
O empresário cristão, que pela graça de Deus já foi transportado do império das trevas para o reino do filho do Seu amor, tem um ministério entre os demais empresários. É o ministério do atalaia, ou seja, da alertar os outros sobre os riscos que o envolvimento com os espíritos malignos pode trazer sobre sua vida e seus familiares. O empresário cristão pode e deve falar do Evangelho aos colegas, funcionários e fornecedores e clientes - como um missionário em sua própria terra!
Por sua vez, o empresário que ainda não entregou sua vida nas mãos de Jesus Cristo, reconhecendo-o como seu Senhor e Salvador, pode fazê-lo, pois agora conhece a verdade. Pode agora afastar-se do ocultismo ou nunca envolver-se nele, e pode ainda confiar todos os seus negócios aos cuidados de Deus. Como está escrito: “Vem do Senhor a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza no dia da tribulação” (Salmo 37:39).

Um comentário:

wagner disse...

Nao e de se surpreender com tamanha bencao q seus textos nos traz Rev. Oslei...continue assim, sendo esse canal de bencao sobre nos...Esse texto ta simplismente magnifico...
Um grande abraco..

Wagner NY